Corpos que tremem

O toque suave do carinho logo abaixo da cintura, no limiar do início da minha calcinha branca, ameaçando tocar seu pano. Cócegas. Incrivelmente não me movo, a carícia é muito boa. A ansiedade perturbadora do silêncio, diz na verdade do desejo que cresce fazendo os corpos tremerem. O desejo de dizer é engolido pela vontade de sentir. Sua mão se encarrega de emerger -se pelo meu corpo, tocando-o com toda a sua plenitude, passeando pela minha cintura, subindo, alcançando os seios. Os corpos se deslocam em opostos num rompante, para as mentes expressarem suas loucuras em palavras. A fala culmina no encontro dos lábios desejantes e fervorosos. Lábios sem controle, perdidos no outro. Minhas pernas me levam a montar nele. Blusa arrancada. Boca no seio. Mãos desesperadas. Ele me deita no sofá com somente um dos braços, arranca a minha calça, me beija e me toma para si. Dois corpos tremem...


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