Tuesday, February 16, 2010

SOCORRO!



O meu problema é que eu vivo em função do outro.
Acredito que é minha tarefa cuidar de tudo, controlar as coisas.
Aí eu esqueço de me controlar, de cuidar de mim, de olhar pra mim.
Não quero mais isso, quero preocupar-me comigo, amar a mim mesma, dever respeito a mim.
Vai ser muito difícil mudar.
Eu quero tentar, e eu preciso de ajuda.
Por isso eu peço SOCORRO!
Eu quero ser uma cigana, que não vai morrer porque o amor me abandonou.
Eu temo o desconhecido, mas sigo em frente.
Eu acredito em viver e sofrer.
Afinal, se não sofrermos como vamos experimentar o prazer?
É necessário arriscar-se, e eu sempre corro riscos...
O que eu preciso é achar o limite, aquele limiar entre arriscar-se e pular de um precipício...

Monday, February 15, 2010

Sorry


I'm sorry that the almost didn't make me the one.
I'm sorry for myself, becouse I love you more then life.
I'm sorry that for you was just a moment...
'Couse for me is a forever.
I'm so sorry I didn't make it true...
You know, the love between us.
I'm sorry for the things you don't know you feel.
I'm sorry for the words I didn't have the courege to say many things.
I'm sorry for let you go...
I don't think I have the strength to stay anymore
'Couse I don't have the desire to be someone's else woman,
But I know you don't want me to be yours...

Sunday, February 14, 2010

Sem adeus


Se eu permitir que outro homem me toque e me proporcione prazer, bem, é como se eu permitisse que algo sagrado em mim morresse. Você foi o último a me tocar, e assim eu vou permanecer: imaculada, sagrada. De qualquer forma, acredito que se outro homem tentar ele vai falhar. Como sentir prazer de novo senão com o homem que eu amo? Com o único homem que eu fiz amor?? Depois de você algo mudou. Sexo por sexo não vale mais a pena. A vida era um ensaio de uma grande peça de teatro, e com você ocorreu a estréia. Agora estou a espera. A espera do seu toque, de você me dizendo o quanto são deliciosos os meus lábios, ou de quanto o meu cheiro é bom. Porque ao escutar isso da boca de outro não pude realmente crer nessas palavras, ou talvez não seja nem questão de crer, mas é como se não fizesse diferença. Os elogios só me importam quando saem da sua boca. Parece que só você me completa. O resto é só falta. Angústia. Meu medo é nunca mais ser tocada, porque se você não o fizer eu não permitirei que nenhum outro o faça. Meu medo é desaparecer, ficar invisível. Temo parar de existir. Você diz que admira a minha falta de medo, pois você se engana, eu tenho medo, e são tantos. O que ocorre é que existe em mim uma enorme coragem, e uma vontade enorme de sentir, viver, e existir com intensidade. Vontade enorme de ser sua, de me entregar a você.
Queria eu ser uma cigana, mudar sempre... Mudar os sentimentos, as formas, passar por diversos lugares e corações. O problema é que me encontro estagnada em você. Me perdi. Preciso me achar. Não acredito que é você quem vai me ajudar a procurar. Por onde começar, ou na verdade, como terminar??? Como fazer sentindo?????
Esse texto parece que não vai ter um fim, porque os meus pensamentos voam, mudam de acordo com os segundos, e nada parece suficiente, nem o espaço, nem o tempo.
Só existe uma certeza: o meu coração é seu. Na verdade eu sou sua, você é o meu Senhor. Sou prisioneira do meu amor.
Basta, nada mais parece fazer sentido.
Ficar na ponta dos pés para um beijo, só se for o seu. O resto é só ensaio.
Namastê: o Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você.
É impossível dizer adeus.

Despedidas


"Eu tive que dizer adeus mais vezes do que gostaria. Mas todo mundo pode dizer isso. E não importa quantas vezes façamos isso, mesmo quando é para um bem maior, sempre é ruim. E mesmo que nunca esqueçamos do que estamos abrindo mão, devemos a nós mesmos seguir em frente. O que não podemos fazer é viver nossas vidas com medo do depois do adeus, porque as oportunidades não vão parar. O truque é reconhecer quando um adeus é uma coisa boa, quando é uma chance de um recomeço." - Ugly Betty


Saturday, February 13, 2010

Yin-Yang


Somos tão iguais a ponto de sermos opostos.
Partilho a minha dor com estranhos
E um na multidão compartilha-a comigo
A perda não é a mesma, mas há a certeza de algo morreu.
Arrancaram algo, roubaram uma parte minha, e aí se fez buraco.
Me falta o ar.
Ceifador é o tempo, a vivência, o contato.

Tudo e Nada


Sentiria menos tristeza se o perdesse de vista?
Olhar-te e não ver-te causa-me mais dor.
Teces em mim cegueira, pois já não o reconheço mais, apesar de saber cada detalhe...
Enxergar-te e não me permitir conhecer-te,
Amar-te sem respeitar-te e confiar-me a ti...
És isso possível???
Completas-me e esvazias-me,
Ressucitas-me ao matar-me,
Ou serás o contrário?
Observo-te ao longe, mas há poucos passos de distância...
E isso DÓI.